Feliz ano novo, com tudo de mais doce e colorido.
....eis uma condiçao para que se sinta livre no espirito e fiel aos seus principios . um grande dragao !!!
fcporto
sexta-feira, 31 de dezembro de 2010
quarta-feira, 29 de dezembro de 2010
Natal... Na província neva.
Nos lares aconchegados,
Um sentimento conserva
Os sentimentos passados.
Coração oposto ao mundo,
Como a família é verdade !
Meu pensamento é profundo,
Estou só e sonho saudade.
Como a família é verdade !
Meu pensamento é profundo,
Estou só e sonho saudade.
E como é branca de graça
A paisagem que não sei,
Vista de trás da vidraça
Do lar que nunca terei !
A paisagem que não sei,
Vista de trás da vidraça
Do lar que nunca terei !
domingo, 26 de dezembro de 2010
sexta-feira, 24 de dezembro de 2010
vale a pena pensar nisto,,,,,
A mulher foi feita da costela do homem. Não dos pés para ser pisada, nem da cabeça para ser superior, mas sim do lado para ser igual, debaixo do braço para ser protegida e do lado do coração, para ser AMADA...
quinta-feira, 23 de dezembro de 2010
Dezembro

| Dezembro chegou, motivo de festa. De muita alegria... Mais um ano passou, com muita seresta... E com Deus na companhia... Um ano completo, De alegrias e tristezas... De sonhos, repleto! Realizações e grandezas... Dezembro momento de reflexão, De abraços e beijos, De carinho e compaixão... De realizar os desejos... Dezembro, beleza divina... A natureza toda sorridente, Cantarolando de baixo a cima... A formosura de toda nossa gente! Viva Dezembro, o mês da alegria... Onde as mãos se unem em favor do outro, Que os sorrisos brotam, com o mais simples gesto... Dezembro, mês que meu coração se encanta... |
quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

Cinzas
O brilho, orla metálica
deslizando sobre
as falanges desertas
simples arremesso
entre o sentido
e a palpitação
fluindo sob o adarve da aorta
e a masmorra do ventrículo
como se a noite depusesse
a pétala, no cinzeiro lírico do amor
e aguardasse uma só face
estendida na promessa,
oxigenando o rosto do beijo,
sobre o jorro das cinzas agasalhadas
numa só face…
a tua face,
desenleando ternos olhares nas mãos
que te ampararão.
Pseudónimo: Álvaro Mar
segunda-feira, 20 de dezembro de 2010
Ela Canta, Pobre Ceifeira
Ela canta, pobre ceifeira,
Julgando-se feliz talvez;
Canta, e ceifa, e a sua voz, cheia
De alegre e anônima viuvez,
Ondula como um canto de ave
No ar limpo como um limiar,
E há curvas no enredo suave
Do som que ela tem a cantar.
Ouvi-la alegra e entristece,
Na sua voz há o campo e a lida,
E canta como se tivesse
Mais razões pra cantar que a vida.
Ah, canta, canta sem razão!
O que em mim sente ‘stá pensando.
Derrama no meu coração a tua incerta voz ondeando!
Ah, poder ser tu, sendo eu!
Ter a tua alegre inconsciência,
E a consciência disso! Ó céu!
Ó campo! Ó canção! A ciência
Pesa tanto e a vida é tão breve!
Entrai por mim dentro!
Tornai Minha alma a vossa sombra leve!
Depois, levando-me, passai!
Fernando Pessoa, in "Cancioneiro"
domingo, 19 de dezembro de 2010
FADINHO DA TERRAOuvi a cigarra cantar,
imaginei que dizia;
Cantava feliz por amar
tudo que a vida trazia.
Do passado não pensava,
nem de inverno por viver;
Só do presente cantava
Por só o presente querer.
Sabia que nunca temos
nenhum futuro na vida,
e que quando nos morremos
é esperança perdida.
Sem na formiga pensar -
cigarra acompanhei;
Passo a vida a cantar
sendo sempre o que serei.
Canto para me divertir
de tudo que me interessa
Canto para não me sentir
passando a vida com pressa.
Disfrutando do que tenha,
futuro deixo ficar
até que me tocar senha
p'ró futuro enfrentar...
E quando a mão querida
minha boca tapará,
cantarei lá noutra vida
ond' o futuro estará.
sábado, 18 de dezembro de 2010
natal
Acontecia. No vento. Na chuva. Acontecia.
Era gente a correr pela música acima.
Uma onda uma festa. Palavras a saltar.
Era gente a correr pela música acima.
Uma onda uma festa. Palavras a saltar.
Eram carpas ou mãos. Um soluço uma rima.
Guitarras guitarras. Ou talvez mar.
E acontecia. No vento. Na chuva. Acontecia.
Guitarras guitarras. Ou talvez mar.
E acontecia. No vento. Na chuva. Acontecia.
Na tua boca. No teu rosto. No teu corpo acontecia.
No teu ritmo nos teus ritos.
No teu sono nos teus gestos. (Liturgia liturgia).
Nos teus gritos. Nos teus olhos quase aflitos.
E nos silêncios infinitos. Na tua noite e no teu dia.
No teu sol acontecia.
No teu ritmo nos teus ritos.
No teu sono nos teus gestos. (Liturgia liturgia).
Nos teus gritos. Nos teus olhos quase aflitos.
E nos silêncios infinitos. Na tua noite e no teu dia.
No teu sol acontecia.
Era um sopro. Era um salmo. (Nostalgia nostalgia).
Todo o tempo num só tempo: andamento
de poesia. Era um susto. Ou sobressalto. E acontecia.
Na cidade lavada pela chuva. Em cada curva
acontecia. E em cada acaso. Como um pouco de água turva
na cidade agitada pelo vento.
Todo o tempo num só tempo: andamento
de poesia. Era um susto. Ou sobressalto. E acontecia.
Na cidade lavada pela chuva. Em cada curva
acontecia. E em cada acaso. Como um pouco de água turva
na cidade agitada pelo vento.
Natal Natal (diziam). E acontecia.
Como se fosse na palavra a rosa brava
acontecia. E era Dezembro que floria.
Era um vulcão. E no teu corpo a flor e a lava.
E era na lava a rosa e a palavra.
Todo o tempo num só tempo: nascimento de poesia.
Como se fosse na palavra a rosa brava
acontecia. E era Dezembro que floria.
Era um vulcão. E no teu corpo a flor e a lava.
E era na lava a rosa e a palavra.
Todo o tempo num só tempo: nascimento de poesia.
Manuel Alegre
sexta-feira, 17 de dezembro de 2010
Silêncio Amoroso
quinta-feira, 16 de dezembro de 2010
Ilusões de Vida
Quem passou pela vida em branca nuvem
E em plácido repouso adormeceu,
Quem não sentiu o frio da desgraça,
Quem passou pela vida e não sofreu,
Foi espectro de homem - não foi homem,
Só passou pela vida - não viveu. (Francisco Otaviano)
E em plácido repouso adormeceu,
Quem não sentiu o frio da desgraça,
Quem passou pela vida e não sofreu,
Foi espectro de homem - não foi homem,
Só passou pela vida - não viveu. (Francisco Otaviano)
quarta-feira, 15 de dezembro de 2010
Onde você vê um obstáculo,alguém vê o término da viagem
e o outro vê uma chance de crescer.
Onde você vê um motivo pra se irritar,
Alguém vê a tragédia total
E o outro vê uma prova para sua paciência.
Onde você vê a morte,
Alguém vê o fim
E o outro vê o começo de uma nova etapa...
Onde você vê a fortuna,
Alguém vê a riqueza material
E o outro pode encontrar por trás de tudo, a dor e a miséria total.
Onde você vê a teimosia,
Alguém vê a ignorância,
Um outro compreende as limitações do companheiro,
percebendo que cada qual caminha em seu próprio passo.
E que é inútil querer apressar o passo do outro,
a não ser que ele deseje isso.
Cada qual vê o que quer, pode ou consegue enxergar.
"Porque eu sou do tamanho do que vejo. E não do tamanho da minha altura." Fernando Pessoa
terça-feira, 14 de dezembro de 2010
Erro
Construíste minha vida
em alicerces de vento
presos ao solo infértil do teu amor
À minha volta
o abraço transborda vazio
e há mãos que seguram o nada
numa dança desesperada
por te re-encontrar
em alicerces de vento
presos ao solo infértil do teu amor
À minha volta
o abraço transborda vazio
e há mãos que seguram o nada
numa dança desesperada
por te re-encontrar
Rita S
segunda-feira, 13 de dezembro de 2010
Do Amor que Passa
Receba, nesta flor, minha proposta
que, parecendo tímida, é insistente:Das ternas fantasias que mais gosta,
anseio partilhar, discretamente...
Mais que sorriso, espero por resposta,
aquele suspirar que, então, pressente cada arrepio, quando alguém lhe encosta,
na morna flor do corpo, um beijo ardente...
Mas, além da paixão, não queira laços,
nem saudade ou remorso deste ensejo;
esqueça a flor, os versos, os abraços...
E aceite assim, sem juras, este amor
que apenas dura, intenso qual desejo,
enquanto passa, frágil como flor.
Bartolomeu Correia de Mello
domingo, 12 de dezembro de 2010
A seguir a nós... vem sempre alguém!
O bom funcionamento da sociedade não se deve apenas às leis de um governo, mas deve-se também a hábitos individuais. Cabe a cada um de nós, disciplinar os nossos gestos, não esquecendo de que da liberdade de cada um desses gestos, nasce também o bem estar dos outros, porque a seguir a nós... vem sempre alguém!!
sexta-feira, 10 de dezembro de 2010
ALÉM DA TERRA, ALÉM DO CÉU

no trampolim do sem-fim das estrelas, no rastro dos astros, na magnólia das nebulosas. Além, muito além do sistema solar, até onde alcançam o pensamento e o coração, vamos! vamos conjugar o verbo fundamental essencial, o verbo transcendente, acima das gramáticas e do medo e da moeda e da política, o verbo sempreamar, o verbo pluriamar, razão de ser e de viver. Carlos Drummond de Andrade |
Agora e para Sempre
Eu imagino com a minha criatividade,
se tivesse um desejo seria concerteza
encontrar-te, minha cara-metade.
Compartilhar o sentimento de felicidade.
Que a nossa união seja fortalecida
se tivesse um desejo seria concerteza
encontrar-te, minha cara-metade.
Compartilhar o sentimento de felicidade.
Que a nossa união seja fortalecida
pela bênção de Deus,
com prosperidade. Expressar- te em palavras e acções,
todas as emoções que fazes procriar
no meu coração
combinado com a minha mente.
Fazer-te compreender
que é mais do que paixão,
é amor de noite ate ao amanhecer...
Agora e para todo o sempre.
É diferente,
é exclusivo,
é único e especial.
É um tesouro de fidelidade,
que bem poderia me dar de presente,
o pai natal.
Que eu ficava bem agradecido
por ter me concedido o meu pedido,
que tenho andado a pedir
há algum tempo.
Se fosses minha,
serias minha em mais do que um momento.
Demonstrava- te o teu valor para mim.
Com o meu compromisso de estar do teu lado
agora e para sempre.
Mais do que suficiente,
sente este meu amor dinâmico
que não conhece um fim...
Intimamente aspiro
esperanças na poesia
à espera do dia
que dirás que sim..
Agora & Para Sempre!
quinta-feira, 9 de dezembro de 2010
“ no silencio da noite”

- Foi numa noite de luar,
- Que me senti levar,
- Foi então que tive em mente,
- Ser estrela cadente,
- Vaguear como duas almas apaixonadas,
- Juntas pelo universo,
- Libertar-me, destas amarras da vida,
- Sendo livre de voar pelo mundo,
- Sem parte definida,
- Sem local de chegada,
- Sem destino escolhido,
- Essa liberdade de viver,
- Apenas se compadece, com a vontade de oferecer.
- Por vezes, procuro-me no luar,
- Fascina-me o seu olhar,
- Pergunto-me, se estou a sonhar,
- Não sei !
- Sei apenas, que tenho sempre o luar,
- Para me acompanhar!
vitor santos
Vale a pena
quarta-feira, 8 de dezembro de 2010
it's christmas time
Por entre os vitraisda minha janela
contemplo o horizonte
coberto de neve
e sinto
que dentro de mim
se alvoroça
uma paz infinda
que me dá vida
e realeza..
Noite tão bela
Ela nos leva
ao mais recondito
do nosso ser..
A neve cai
e o firmamento ajoelha
e reza
cantando louvores
ao Menino Jesus!
NATAL
quantas alegrias,
tu envolves..
quanta ânsia nutrida
em ti..
num talismã
de prece de amor...
Os anjos cantam
hosanas ao Rei..
e eu,
junto aos vitrais
da minha janela
contemplo a neve
QUE CAI NO FIRMAMENTO
FELIZ NATAL!
terça-feira, 7 de dezembro de 2010
......foi o meu filho que deu a ideia.....
....fui a uma consulta no centro de saúde e enquanto aguardava pelo meu nome no poderoso altifalante..... surgem duas vozes no banquinho de traz numa conversa que pelo teor mostra uma realidade triste e cada vez mais presente na nossa sociedade cada vez mais dependente de si mesma e bastante limitada em termos de apoio a quem os equilíbrios mentais deixa de funcionar na perfeição. então uma das senhoras em causa só dizia para a outra -a ideia foi do Paulo !!! [ nome fictício] ele é que pegou no veneno e disse , mãe tomamos os dois e acabamos com o sofrimento. enquanto a outra senhora a tentava demover dessas ideias e ainda mais ao partilhar com o proprio filho....entretanto fui chamado para ser consultado e só depois no caminho de casa dei por mim a matutar.... que será de quem tem essa ideia . qual o futuro de uma criança que cresce com a angustia da mãe ao qual o que tem em mente é a morte. seria um pedido de ajuda , poderia eu intervir perante a medica ou o deveria ter feito . o pensar na morte será normal, passar ás palavras.....
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O amor não tem fim.
O amor não tem fim.
Para se falar de amor tem que se sentir,
tem que na dor, saber viver, como na felicidade,
tem que saber que no amor a maior verdade,
é que quando se ama, o fim não pode existir.
O amor, nasce e não morre...dá-nos coragem,
apega-se a nós, cresce e dá muita saúde,
O amor nã0 atinge a plenitude,
porque não conhece a distância da viagem.
O amor é uma montanha sempre a subir,
só quem a tenta trepar sabe que não tem fim,
e quanto mais se sobe, mais a sentimos assim,
interminavel, mas sempre mais alto queremos ir.
O amor é como caminhar no deserto,
tendo a certeza que o oásis existe,
é um tanto lá querer chegar que a sede resiste,
à grande distância, que nos parece tão perto.
O amor é uma eterna cumplicidade ,
uma frieza que ora aquece, ora arrefece,
um sentimento que os ajuizados enlouquece
e faz os loucos transparecer sobriedade.
O amor só acaba para quem o não conhece,
para quem desiste de amar porque provoca dor,
o amor só é realmente verdadeiro amor,
quando da dor se alimenta e se enfortalece.
É o amor que nos alimenta e que nos faz viver,
que nos faz sorrir e chorar no mesmo minuto,
é o amor que eu neste momento, feliz escuto,
nas palavras, que só nós podemos entender.
Eduardo Mesquita.
Para se falar de amor tem que se sentir,
tem que na dor, saber viver, como na felicidade,
tem que saber que no amor a maior verdade,
é que quando se ama, o fim não pode existir.
O amor, nasce e não morre...dá-nos coragem,
apega-se a nós, cresce e dá muita saúde,
O amor nã0 atinge a plenitude,
porque não conhece a distância da viagem.
O amor é uma montanha sempre a subir,
só quem a tenta trepar sabe que não tem fim,
e quanto mais se sobe, mais a sentimos assim,
interminavel, mas sempre mais alto queremos ir.
O amor é como caminhar no deserto,
tendo a certeza que o oásis existe,
é um tanto lá querer chegar que a sede resiste,
à grande distância, que nos parece tão perto.
O amor é uma eterna cumplicidade ,
uma frieza que ora aquece, ora arrefece,
um sentimento que os ajuizados enlouquece
e faz os loucos transparecer sobriedade.
O amor só acaba para quem o não conhece,
para quem desiste de amar porque provoca dor,
o amor só é realmente verdadeiro amor,
quando da dor se alimenta e se enfortalece.
É o amor que nos alimenta e que nos faz viver,
que nos faz sorrir e chorar no mesmo minuto,
é o amor que eu neste momento, feliz escuto,
nas palavras, que só nós podemos entender.
Eduardo Mesquita.












